Cada vez mais o sucesso profissional está baseado no conjunto de competências desenvolvidas pelo empreendedor, das quais as emocionais são um diferencial importantíssimo, fundamentais para se alcançar objetivos.
Um empreendedor com competência emocional é capaz de ter controle sobre suas reações emocionais e não ser refém delas. Em dias de stress e de diversidade de objetivos, é capaz de manter-se no foco de suas metas e de fazer escolhas acertadas que expressam sua competência emocional.
Capacidade de manter relacionamentos, administração de elevados níveis de responsabilidade e stress, equilíbrio, boa comunicação, capacidade de ouvir e valorizar pessoas são bons exemplos de competências emocionais. São exemplos de comportamentos de pessoas que exercem influência sobre seu próprio comportamento e não são levadas por reações impensadas e automáticas.
Por estarem sempre focados em seus objetivos pessoais e terem elevadas taxas de tolerância à frustração, os empreendedores com competências emocionais são dotados de uma fluência funcional que os leva a uma capacidade de contornar obstáculos e de reerguer-se diante de dificuldades e problemas inerentes a quem opta por empreender. Diante disso, aumentam suas chances de aprendizagem e são capazes de colocar a sua inteligência para trabalhar a seu favor.
Um temperamento explosivo, marcado por reações espontâneas de raiva, ira e irritação, pode esconder uma personalidade frágil, insegura, instável e prejudica os relacionamentos, o que potencializa os problemas e aumenta a frustração. Para aprender a lidar com situações dessa natureza é importante cessar o padrão de respostas emocionais automáticas e fazer com que os problemas sejam dimensionados de forma adequada e não se crie um efeito dominó.
Para quem não tolera a frustração, as pseudo-recompensas imediatas, como a terceirização de responsabilidade, servem de fuga e podem enrijecer o comportamento. Todos nós conhecemos pessoas que nunca assumem sua responsabilidade e que culpam tudo e a todos, e que não mudam o seu comportamento por não acreditarem que fazem parte do problema.
O aumento da capacidade de suportar as pressões e tensões do dia-a-dia, de aprender com as adversidades é o caminho mais árduo para o desenvolvimento da competência para empreender.
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